Uma doença rara, causada por uma infecção bacteriana profunda, que gera muitas dores, edemas, abcessos e pode até ser fatal. Essa é a piomiosite, doença decorrente de uma infecção muscular por via hematogênica (bactérias chegam ao músculo através da corrente sanguínea, geralmente a partir de outro foco infeccioso) ou contiguidade (contaminação direta de uma estrutura adjacente, como em feridas penetrantes ou lesões na pele que se estendem para o músculo), que tem como principal patógeno o Sthapylococcus aureus.
De acordo com o médico da Clínica OHM, Dr. Thiago Lima, o tratamento da doença é baseado na drenagem do abscesso e antibioticoterapia. Ele destaca que a utilização da câmara hiperbárica tem um papel importante durante esse processo.

“A terapia hiperbárica dá celeridade ao processo cicatricial dos tecidos afetados e diminui os danos da infecção por contiguidade. Ela também melhora a injúria vascular (dano ou lesão nos vasos sanguíneos) dos tecidos afetados e apresenta sinergismo com alguns antibióticos, proporcionando melhora no poder de ação local, diminuição do edema e da dor”, esclarece.
O médico explica que a piomiosite afeta principalmente duas faixas etárias: crianças de 2 a 5 anos e adultos de 20 a 45 anos, sendo mais comum no sexo masculino. “Em todos os casos, o diagnóstico precoce é fator importante para o melhor desfecho da patologia”, frisa. Ele ressalta que a oxigenoterapia não tem restrições de idade e é eficiente para todas as faixas etárias.
Dr. Thiago afirma que o diagnóstico da doença é clínico, com o auxílio de exames de laboratório e de imagem. Os principais fatores de risco são: imunodeficiência (incluindo portadores de diabetes mellitus), trauma, uso de drogas injetáveis, infecção concomitante e desnutrição.
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